quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Pós-Modernidade e o Relativismo







        Partindo do pressuposto de que a Bíblia é a Revelação da verdade, sendo infalível e inerrante, alguns aspectos da época atual em que vivemos, torna-se um desafio imenso para todo o que a tem como regra de fé e prática!





       Um destes desafios a observarmos é o Relativismo:


A ideia de que valores morais e crenças religiosas são conceitos totalmente iguais e válidos, não se devendo julgar entre eles, anula o que ensina as Escrituras  de que há uma forma correta de se ler a vida que é segundo os parâmetros de Deus. Isto significa individualizar a verdade partindo do princípio de que todos podem fabricar a sua.

 Uma visão de mundo extremamente perigosa, pois todo indivíduo precisa de regras, de referencias dignos e verdadeiros, onde possa buscar inspiração que lhe traga um aprendizado de valor. Aquele que tem um pouco mais de vivência deve lembrar-se de um ditado comum entre os pais que dizia "faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço," referindo-se a sua falta de exemplo em algo cobrado aos filhos. O que uma atitude assim pode gerar? Como o caso do pai fumante que diz para o filho não fumar porque é menor, como se na idade estivesse implícito o problema do fumo. Ou a mãe que tem uma vida sem regras, mas não quer ver a filha engravidar cedo ou solteira.

Uma sociedade que apregoa uma liberdade pautada no que cada um acredita que deve fazer, que empurra Deus e suas verdades absolutas e santas para fora, não deveria ser a mesma a ir para as ruas em busca de paz, justiça e igualdade.  Afinal quem quiser observe o caos que se formou o mundo (violência, desrespeito, desigualdade, etc...) e veja se não é justamente a não observância das leis divinas do Criador, que o homem insiste em não cumprir que a isto tem provocado! 
 





            

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