segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Vida Breve





Depois de alguns fatos que testemunhei concernente a brevidade da vida, resolvi escrever este texto pelo simples fato de acreditar que posso ajudar alguém que possivelmente esteja dormindo o sono da indolência.
Vários são os fatores que podem nos conduzir, a um estado de apatia ou inércia. Perdas significativas, desilusões, fracassos constantes, influenciam e muito no estado de espírito de uma pessoa. Todas
essas situações acabam por minar a resistência e levar ao desânimo e prostração.

Certa feita, Jesus orientou seus discípulo a não andarem ansiosos por nada. Mostrou-lhes o valor de uma vida, assim como a inutilidade da ansiedade que não gera produtividade. E quando mencionei sobre a vida ser curta, quis referir-me ao controle que creio ter Deus sobre ela e ser responsável em dá-la assim de como tirá-la! 
Pois partindo desse princípio que ninguém é imortal, tampouco decide quando se vai, é que começo a entender que urge a necessidade de estarmos sempre prontos. E não me reporto ao fator salvação, ( o que creio ser primordial ) mas a questão de se ir sem dever nada a ninguém , muito menos a sua consciência. Sim pois se o indivíduo é ateu, poderá dizer morreu acabou, passou, não é mais.

No entanto para quem preza por valores morais, há de se importar com seu nome, com o legado que deixará para os seus, e aqueles a quem o respeitou e admirou. Quantas coisas faríamos se soubéssemos a data da partida nossa? Como alguém que foi desenganado pela medicina que começa a repensar sua história.
Caro amigo ( a ), hoje é o dia de reconciliar, de esquecer as pendengas. É o tempo de abraçar, dizer eu te amo, me perdoa, você é importante ou eu errei também, enfim hoje é a oportunidade que temos para aliviar a bagagem, de reescrever nossa história de uma forma bem melhor para todos nós.
Que Jesus Cristo nos abençoe e nos conceda sabedoria para recomeçar!
Graça e Paz!

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