sexta-feira, 27 de março de 2015

Um Dia de Fúria







   Olá queridos!

Quero lhes contar uma simples história, mas que pode nos ajudar muito em nossos momentos de impulsividade. Vamos conhecê-la?

Maria clara ficou tão feliz com o presente que ganhou, que imediatamente saiu a mostrar para sua melhor amiga.
__ Olha Cíntia, não é lindo meu joguinho de chá? A menina olhando o brinquedo que era rosa com detalhes lilás comentou. 
__ Puxa amiga é muito bonito mesmo! Estavam assim maravilhadas quando a mãe de Maria Clara a chamou.
__ Clara, vamos filha.
__ Vou almoçar. Volto logo!
__ Posso brincar com ele? Perguntou Cíntia.
__ Você vai ter cuidado? Eu acabei de ganhá-lo.
__ Claro. Pode ficar tranquila. Respondeu a garota ansiosa para pegar o brinquedo.
Passado algumas horas Maria Clara retornou ao pátio do prédio procurando a colega, e tudo que viu foi o joguinho de chá largado no chão todo espatifado. Indignada saiu correndo e chorando para contar a mãe o que acontecera.
__ Calma filha!
__ Como mamãe? Aquela mal-agradecida, eu vou lá agora e dizer que nunca mais quero falar com ela.
A mãe da menina vendo sua raiva incontrolada disse.
__ Clarinha. Você lembra no dia que ganhou aquele vestido branco e um carro passando jogou lama nele? Lembra que sua avó lhe disse para esperar secar o barro que sairia mais fácil? 
__ É que eu queria lavar logo o vestido. Mãe o que isso tem a ver com meu joguinho de chá?
__ Com a raiva também é assim. Você precisa deixar ela secar, depois fica mais fácil resolver.
Não entendendo nada a garota resolveu obedecer e foi para a sala ver televisão.
No dia seguinte o interfone toca e Maria Clara vai abrir a porta, quando vê a amiga na sua frente com um pacote nas mãos. Antes que pudesse dizer algo, Cíntia chorando diz:
__ Clarinha eu estava brincando com o seu joguinho, quando o Lucas veio correndo de bicicleta e passou por cima dele. Eu fiquei tão nervosa que corri em casa e contei a minha mãe, olha ela comprou um igualzinho, você aceita e me perdoa? A amiga olhou e respondeu:
__ Não tem problema não, minha raiva já secou! E foi para o quarto contando a história do vestido branco para a amiga.

Por Carmen Correia


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